Comércio em Vieira do Minho vai poder funcionar até às 23 horas(Áudio)

O presidente da Câmara de Vieira do Minho anunciou, sábado dia 12 de Setembro na Rádio Alto Ave, que a partir de terça-feira os estabelecimentos comerciais do concelho vão poder funcionar até às 23 horas, a hora limite definida pelo Governo para o estado de contingência.

António Cardoso – Presidente da Câmara Municipal de Vieira do Minho

Na quinta-feira, o Conselho de Ministros decidiu que os estabelecimentos comerciais só podem abrir após as 10 horas e terão de encerrar entre as 20 e as 23 horas. A cada município cabe a determinação da hora exata de encerramento, em função da “realidade específica” de cada concelho, sendo que, em Vieira do Minho, os estabelecimentos comerciais poderão funcionar até às 23 horas.

Portugal entra na terça-feira em situação de contingência no âmbito da pandemia de covid-19, face ao regresso ao trabalho e às aulas, pelo que o Governo decidiu adotar medidas preventivas.

Em relação ao horário dos estabelecimentos comerciais, haverá exceções em que será possível a abertura antes das 10 horas, como, por exemplo, pastelarias, cafés, cabeleireiros e ginásios.

Feira da Ladra 2020 poderá não se realizar (Áudio)

O Presidente da Câmara Municipal de Vieira do Minho, António Cardoso, admitiu este sábado, 29 Agosto , no habitual resumo da actividade do executivo municipal na Rádio Alto Ave, a possibilidade de não se realizar a feira da ladra – as festas do Concelho devido à situação de contingência sanitária que está anunciada pelo governo central em 15 de Setembro.

A feira da Ladra poderá ter algumas acções simbólicas como adiantou, referindo, no entanto, que nada esta ainda decidido.

Famílias recebem abono extra este mês. Chega a 974 mil crianças e jovens

O Governo vai pagar neste mês de setembro um abono de família extra no âmbito das medidas de resposta à crise gerada pela pandemia da Covid-19. Trata-se, assim, de uma prestação complementar que a tutela estima que chegue a 974 mil crianças e jovens.

Quem tem direito a receber? De acordo com a Segurança Social, têm direito os beneficiários que “sejam titulares de abono de família, cujos valores correspondam aos 1.º, 2.º e 3.º escalões de rendimentos do agregado familiar e completem 16 anos, inclusive, até 31 de dezembro de 2020”.

Esta prestação é cumulável? Ainda segundo o organismo, esta prestação complementar é cumulável com o “abono de família correspondente aos 1.º, 2.º e 3.º escalões de rendimentos e o montante adicional a atribuir no mês de setembro”, esclarece.

Qual é o valor a receber? “O montante da prestação complementar é igual ao valor do abono de família correspondente ao estabelecido para aqueles escalões para crianças e jovens com idade superior a 72 meses”, esclarece ainda a Segurança Social.

Importa ainda sublinhar que esta prestação extra será atribuída sem necessidade de a requerer e é uma das medidas previstas no Plano de Estabilização Económica e Social, apresentado pelo Governo no início do mês de junho.

Vieira do Minho com nova escola de bombeiros

No âmbito do seu plano de ação e não obstante as dificuldades financeiras que a Associação Humanitária atravessa, os Bombeiros Voluntários de Vieira do Minho iniciaram oficialmente, no passado dia 25 de agosto, uma nova escola de bombeiros, constituída por 24 formandos que após terem cumprido as formalidades do processo de seleção, compareceram no quartel local, para apresentação e Inicio dos trabalhos.  O ato de apresentação presidido pelo chefe do executivo, Eng. António Cardoso, teve lugar, 3 dias antes, dia 22 de agosto, na parada do quartel dos Bombeiros Voluntários, contando ainda com a presença de vários elementos da direcção, comando, corpo ativo, quadro de honra e órgãos de comunicação social. 

Os formandos ao longo de 12 meses vão frequentar um total de seis módulos ministrados por formadores internos e externos a título gratuito da Escola Nacional de Bombeiros, sendo que cada módulo contém uma parte teórica e prática com uma carga horária de 50 horas. Os conteúdos programáticos serão diversificados, e abordarão temáticas específicas que vão desde a área da formação Inicial de bombeiro organização de serviço de bombeiro, tripulante de ambulância, salvamento rodoviário e desencarceramento até à extinção de incêndios rurais e extinção de incêndios urbanos.

Apesar dos vários equipamentos doados por outras associações, ainda assim é necessário ao longo da formação proporcionar aos formandos o equipamento necessário e adequado para que tenham as condições indispensáveis para enfrentarem os cenários reais de intervenção. Para o efeito, constam do equipamento um conjunto de 4 fardas necessários para a segurança e boa execução das tarefas. O investimento global representa cerca de 2500€, por cada formando.

Segundo Carlos Branco, presidente da AHBVVM recentemente empossado, “a formação de novos quadros de bombeiros para além de crucial é estratégica porque assenta numa visão de compromisso de voluntariado das novas gerações em relação ao futuro e elas são sem dúvida o garante da nossa proteção e socorro. Vamos fazer um esforço sobre-humano, mas estamos cientes que a nossa comunidade comungará deste tão nobre desafio e ajudar-nos-á a encontrar as formas de financiamento adequadas, pois trata-se de um ativo fundamental”, adiantou.

Finalizando agradecendo aos novos formandos, “Aos Jovens promissores bombeiros um bem-haja pelo seu espírito de voluntariado e pela forma abnegada com que se entregam ao outro e ao bem comum. Muitos sucessos para a nova carreira. Parabéns!”

Fafe acolhe prova do Europeu de Ralis em Outubro

A 25ª edição do Rally Fafe Montelongo, prova em piso de asfalto que o Demoporto organiza do Campeonato Norte de Ralis e do Campeonato de Portugal Clássicos de Ralis, deverá já este ano, nos próximos dias 3 e 4 de outubro, integrar o calendário do ERC – FIA European Rally Championship, em substituição de um outro rali.

Segundo o comunicado da demoporto “A região de Fafe, de fortes tradições no desporto automóvel e com especial ênfase nos ralis, voltará a ser o palco de um evento internacional de grande dimensão, graças ao trabalho desenvolvido pelo Demoporto, pela FPAK (Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting) e a Câmara Municipal de Fafe”

Há mais de 155.000 árvores nativas prontas para reflorestar Portugal

Esta iniciativa é dirigida a entidades com responsabilidade de gestão de terrenos públicos ou comunitários (baldios), desde Câmaras Municipais a Juntas de Freguesia. O período de candidaturas para aceder a estas plantas vai de 27 de Julho a 30 de Setembro.

A 10ª edição do projecto Floresta Comum disponibiliza, de 27 de Julho a 30 de Setembro, 155.270 árvores autóctones para reflorestar terrenos públicos e baldios de Norte a Sul do país.

As árvores do Floresta Comum são produzidas nos quatro viveiros do Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF): em Veiguinhas (Amarante), Malcata (Sabugal), Valverde (Alcácer do Sal) e Monte Gordo. Todos trabalham com sementes exclusivamente portuguesas de espécies como carvalhos, medronheiros, azinheiras ou sobreiros.

Para a 10ª edição do programa vão estar disponíveis 155.270 plantas de 42 espécies nativas de Portugal – como carvalhos, medronheiros, castanheiros ou sobreiros -, através da Bolsa Nacional de Espécies Florestais Autóctones, segundo um comunicado divulgado hoje.

Esta iniciativa é dirigida a entidades com responsabilidade de gestão de terrenos públicos ou comunitários (baldios), desde Câmaras Municipais a Juntas de Freguesia. O período de candidaturas para aceder a estas plantas vai de 27 de Julho a 30 de Setembro.

Fruto da edição anterior foram distribuídas 118.738 plantas, que foram colocadas no terreno entre Novembro de 2019 e Março de 2020.O Floresta Comum – parceria entre a Quercus (Associação Nacional de Conservação da Natureza), o ICNF, a Associação Nacional de Municípios Portugueses e a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro – já disponibilizou 1.088.985 plantas de 60 espécies autóctones desde que começou, em 2010.

Esta parceria surgiu com o objetivo de incentivar a criação de uma floresta autóctone com altos níveis de biodiversidade e de produção de bens e serviços de ecossistema. É parcialmente financiado pelo projeto Green Cork – reciclagem de rolhas de cortiça e conta com o mecenato da REN – Redes Energéticas Nacionais.

“Em comparação com as espécies introduzidas (exóticas), esta floresta está mais adaptada às condições climáticas locais, sendo por isso mais resistente a pragas, doenças, longos períodos de seca ou de chuva intensa”, segundo o comunicado dos responsáveis do projecto. “Contribui ainda para a mitigação das alterações climáticas e é mais resiliente a essas mesmas alterações, bem como aos incêndios florestais.”

Saiba mais.

O Regulamento e os formulários de candidatura estão disponíveis no site da Quercus através do separador Projetos – Floresta Comum ou em www.florestacomum.org/candidaturas.

Falar D´Aqui | Bombeiros Voluntários de Vieira do Minho 2020

Carlos Alberto Leite Branco, Presidente da Direcção empossado em 12 de Julho para o triénio 2020/22 e o Tesoureiro Domingos Soares, falam da eleição neste ano em que se comemoraram os 80 anos da Instituição, a história e a situação actual, incluindo o antigo quartel/sede, os principais problemas identificados, incluindo a situação financeira e o projecto de gestão para este novo ciclo que pretende incluir todos associados e não associados.

Risco de ar condicionado é muito baixo se manutenção for cumprida

A Direção-Geral da Saúde (DGS) diz que o risco de transmissão do novo coronavírus motivada pela utilização de ar condicionado em espaços fechados é muito baixo, desde que se cumpram as regras de manutenção e o espaço seja arejado.

Numa atualização a diversas orientações que tem vindo a publicar, a DGS defende que o risco da utilização de sistemas AVAC (Aquecimento, Ventilação e Ar Condicionado) é considerado muito baixo, “desde que se cumpram as regras para uma utilização segura, nomeadamente a sua manutenção, de acordo com as indicações do fabricante, e a renovação do ar dos espaços fechados”.

A autoridade nacional de saúde recorda que tem acompanhado de perto a evolução do conhecimento científico desde que foram reportados os primeiros casos de covid-19 e recorda o comunicado da Organização Mundial da Saúde emitido no início deste mês em que se reitera que “a transmissão ocorre maioritariamente através de secreções e gotículas e do contacto próximo com pessoas infetadas, não excluindo a possibilidade de transmissão por aerossóis”.

“Posição idêntica tem o ECDC” [Centro Europeu de Controlo de Doenças], sublinha.

Na mesma publicação em que atualiza algumas orientações, a DGS diz ainda que se verifica que “o risco da utilização de moedas e notas é considerado muito baixo desde que se cumpram as regras de higienização das mãos”.

Em orientações anteriores, quando ainda se desconhecia o grau de risco de transmissão, a DGS tinha recomendado que, para proteção dos utilizadores, se optasse por vias sem contacto (como aplicações informáticas ou cartões contactless).

Lusa

Nova ponte a ligar Amares e Vieira do Minho deve estar pronta dentro de um ano

O projeto da nova ligação entre Amares e Vieira do Minho que irá substituir a Ponte do Bôco encerrada por falta de condições de segurança está pronto. O projeto está a aguardar os pareceres favoráveis da Agência Portuguesa do Ambiente e da EDP, por exemplo, para que possa ir a concurso público.

O processo está a ser liderado pelo Município de Vieira do Minho, em estreita colaboração com a autarquia de Amares. Manuel Moreira revelou ao jornal ‘Terras do Homem’ que a nova ponte terá um valor a rondar um milhão de euros e “esperamos que daqui a um ano já esteja a funcionar ou pelo menos a ser construída”.

A nova ponte fica a cerca de 200 metros a montante da atual. Portanto, o acesso será, praticamente, igual ao atual. “Irão ser feitos os acessos a partir da atual estrada para a nova ponte, mas o percurso será, praticamente igual”.

Também será um pouco mais larga que a atual para aumentar a segurança na circulação.

O autarca de Amares revelou ainda que a intenção dos dois Municípios é dividir os custos com a REN e a EDP. “A REN tem uma quantidade enorme de infraestruturas a passar pelo nosso concelho sem que paguem por isso. Numa reunião propusemos que comparticipassem na construção da nova ponte e ficou, praticamente, acertado a sua participação”.

Quanto à EDP, apesar do assunto ter já sido falado, “houve abertura, mas o processo está mais atrasado”. Manuel Moreira lembra que “foi a abertura de uma barragem que provocou muitos dos estragos sofridos pela Ponte do Bôco” e que levou ao seu encerramento.

Portanto, caso os custos sejam repartidos pelas quatro entidades, deverá calhar 250 mil euros a cada uma como comparticipação pela construção da nova infraestrutura.

Ponte do Bôco

A encerrada Ponte do Bôco passará a pedonal e interdita a todos os veículos com motores. Segundo o projeto consultado pelo ‘Terras do Homem’ a nova infraestrutura ficará enquadrada com a antiga ponte.

A ponte do Bôco é a mais antiga ponte em betão armado do país, está fechada a todo o trânsito automóvel por razões de segurança.

A ponte sobre o rio Cávado foi construída entre 1908 e 1909 e faz a ligação entre o lugar de Aldeia, freguesia de Parada do Bouro, concelho de Vieira do Minho, e o lugar de Dornas, freguesia de Bouro (Santa Maria), concelho de Amares.

A ponte tem um tabuleiro de 33 metros de comprimento e apenas uma faixa de rodagem.

Vieira do Minho proibido fazer Queimas e Queimadas

Em nota enviada à nossa redacção o Município de Vieira do Minho refere que, as Queimas e Queimadas estão proibidas de 1 de Julho a 30 de Setembro de 2020, em função da entrada no designado Período Crítico.

Em 2020, o Período Crítico vigora de  1 de Julho  a 30 de Setembro, podendo a sua duração ser alterada, em situações excepcionais, por despacho do membro do governo responsável pela área das florestas. (Lei n.º 76/2017, de 17 de Agosto, artigo 2.º-A).

Assim sendo, durante o período crítico existe um conjunto de proibições, que devem ser respeitadas:
– é estritamente proibido realizar queimadas para renovação de pastagem ou eliminação de restolho, bem como o uso do fogo nos espaços rurais e florestais para a queima de resíduos agrícolas e florestais;
– é igualmente proibido o uso de fogareiros e grelhadores, salvo se usados nos locais autorizados;
– é proibido fumar ou fazer qualquer tipo de lume nos espaços florestais;
– é proibido o lançamento de balões de mecha acesa e de foguetes e o uso de fogo-de-artifício só é permitido com autorização da Câmara Municipal;
– é proibido fumigar ou desinfestar em apiários excepto se os fumigadores tiverem dispositivos de retenção de faúlhas;
– é obrigatório usar de dispositivos de retenção de faíscas e de tapa-chamas nos tubos escape e chaminés das máquinas de combustão interna e externa e nos veículos de transporte pesados e 1 ou 2 extintores de 6 kg,  consoante o  peso máximo seja inferior ou superior a 10 toneladas.

Quem desrespeitar estas restrições, pode incorrer em contra-ordenação, cuja coima pode ir de 140 a 5.000 euros, para pessoas singulares, e de 800 até 60.000 euros para pessoas colectivas. Em caso de originar um incêndio, pode incorrer em crime de incêndio florestal (Lei n.º 56/2011, 15 de Novembro).